“O Gigante”
Teatro do Montemuro e The Fetch Theatre

Três actores em palco em cena com um universo colorido e cativante de fantoches. Um mundo mágico e imaginário conseguido num jogo de luz, cor e sons capazes de nos transportar para um outro mundo.

“O Gigante” é uma parceria entre duas companhias de dois países diferentes: The Fetch Theatre da urbana West Midlands em Inglaterra e o Teatro do Montemuro da zona rural de Portugal. Duas companhias cada uma com o seu próprio estilo, mas com algo em comum: o compromisso de criar uma nova forma de apresentação, vibrante e dinâmica.
Uma fusão de linguagens: a musica, canções, o movimento e muito pouco texto em português liderados numa verdadeira aventura de dois encenadores, um português e um inglês.

Sinopse
Um avô só e sem forças para lutar. Afastado das gentes deste local, vê -se agora com uma criança nos seus braços para cuidar, educar, ajudar a crescer.
Uma criança que vive num outro universo. Um universo de traquinices, onde tudo é possível, onde tudo é diferente da realidade. Uma criança que procura ainda a sua identidade.
Uma jovem que tenta desfazer-se do passado, deixando tudo para trás e que julga encontrar neste local, um possível sítio para recomeçar uma nova vida. Um sítio onde pode ser respeitada, onde os espíritos possam estar mais próximos dela, onde consiga viver.
Mas existe o resto do povo. Povo este que não gosta desta gente, que é tão diferente deles. Um avô sempre mal disposto! Uma criança sem educação! Uma jovem que dorme ao lado das abelhas! É tudo muito estranho! Dizem eles.
Os três encontram-se neste mesmo local. Local onde as rochas respiram e movem-se em auxílio daqueles que as rodeiam e as procuram, ajudando-as a descobrir, a ver, as partes boas da vida de cada um deles.
Afetos, relações, educação, respeito pelos outros e pela vida, são a essência desta história, que nos leva para lá do real, onde não necessitamos de palavras mas sim de atos para a vivermos
Paulo Duarte, Co-encenador do espectáculo


FICHA ARTÍSTICA

Encenação de Paulo Duarte e Andrew Purvin
Direcção Musical de Mary Keith
Cenografia e Fantoches de Andrew Purvin
Construção de Cenários Carlos Cal
Assistência à Cenografia e Construção Cénica Maria da Conceição Almeida e Laura Brannon
Desenho de Luz Paulo Duarte
Interpretação de Abel Duarte, Eduardo Correia e Tanya Ruivo
Direcção de Produção Paula Teixeira
Assistente de Produção Paulo Pereira
Comunicação Paula Teixeira
Cartaz de Helen Ainsworth